<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-31757025</id><updated>2011-04-22T02:51:10.707+01:00</updated><title type='text'>Contos em Solilóquio</title><subtitle type='html'>Telma Fonseca</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://contosemsoliloquio.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31757025/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosemsoliloquio.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Telma*</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03070080953911257876</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://2.bp.blogspot.com/_5BUjx2BORXU/TCqlG6garOI/AAAAAAAAAA0/B-gFmmaxlB4/S220/Img000.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31757025.post-115687168553641855</id><published>2006-08-29T18:11:00.000+01:00</published><updated>2006-08-29T18:14:45.546+01:00</updated><title type='text'>Letra X</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;Um pé a seguir ao outro leva-me para um sítio impensável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Sinto uma força, que me empurra, sinto-a nas costas, sinto-a no sítio onde acabam as calças, de ganga, como sempre. Logo acima do cinto, sinto algo que me empurra. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Duas forças fixas nos dois declives das minhas costas. Sinto-as a entrar para dentro, cada vez mais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;As minhas costas, a minha pele fora da carne, dois buracos, para dentro. Por onde uma tal força de intensidade x e direcção y me é aplicada. A inércia anula-se, ela que já estava tão enterrada no meu corpo morto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Movo-me. Um pé depois do outro e antes do outro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Quase que ouço as pedras beges e azuis desmaiadas do chão a queixarem-se por terem de suportar o meu peso cadavérico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Assaltam-me perguntas filosóficas básicas: quem sou, para onde vou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Não recorro a respostas. Deixo-me arrastar por essa tal força com componentes x e y.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Nunca gostei muito de física.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;A matemática é-me mais querida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Por momentos traço a minha trajectória com a esperança de desenhar, mentalmente, uma figura geométrica completamente inútil. Mas já me arrastei demasiado, é impossível perceber onde comecei. Sei apenas que algo nas minhas costas me guia e me empurra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Sinto-me perdida e a vaguear.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Não sei onde estás.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Enquanto escrevo isto lembro-me da tua mão, a escrever o meu segundo nome. Sempre achei piada à forma como desenhas os “Ss”. De baixo para cima. Desde que te conheci o “X” ficou marcado no meu peito e na minha pele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Agora sinto dois pontos nas costas. Não dois pontos um em cima do outro, mas um a seguir ao outro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Relembro as nossas horas de dois pontos, tal como nos textos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Dois pontos eu e tu. Paragrafo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Não quero mudar de assunto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Não quero que te vás. Se fores volta. Segue o gemido das pedras que piso sem piedade, e o ranger do alcatrão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Não esperes o &lt;i style=""&gt;toc toc &lt;/i&gt;dos meus saltos, só os volto a calçar para ti.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Irás com destino para a minha terra prometida, esperarás por mim. Tal como esperarei por ti.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Um numero infindável de “ate jás”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Sabes o que sinto e por quem sinto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Vais voltar, nem que seja para me dizeres como é. Como é a minha terra prometida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Quero visitar-te lá. E libertar-me.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Pois tu és o único que me conhece bem. Conheces todos os meus lados, vistos de muitos prismas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;E esperarei. Porque te amo. Esperarei a vaguear pelo meu mundo onde te escrevo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31757025-115687168553641855?l=contosemsoliloquio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosemsoliloquio.blogspot.com/feeds/115687168553641855/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31757025&amp;postID=115687168553641855' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31757025/posts/default/115687168553641855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31757025/posts/default/115687168553641855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosemsoliloquio.blogspot.com/2006/08/letra-x.html' title='Letra X'/><author><name>Telma*</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03070080953911257876</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://2.bp.blogspot.com/_5BUjx2BORXU/TCqlG6garOI/AAAAAAAAAA0/B-gFmmaxlB4/S220/Img000.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31757025.post-115522945493072397</id><published>2006-08-10T18:02:00.000+01:00</published><updated>2006-08-10T18:04:14.940+01:00</updated><title type='text'>Pura descrição</title><content type='html'>Hoje passei a noite em cemitérios.&lt;br /&gt;Era Novembro, havia uma feira. Vendiam-se santos, roupa, calçado e tudo o que se pode imaginar.&lt;br /&gt;Uma feira com santos pequenos de barro e plástico. Uma feira com santos, dentro do cemitério com santos, campas de mármore em pintas frias, terra podre, de ossos, carne e passado, e cadáveres.&lt;br /&gt;Era Novembro, as flores e velas que arderam e secaram até à exaustão, eram agora também cadáveres, em cima de cadáveres. Cadáveres que tinham sido depositados em cima de outros cadáveres de pais e avós, de mães e tias.&lt;br /&gt;Tudo era podre.&lt;br /&gt;As pessoas que por lá passavam tinham o coração podre, em pedaços.&lt;br /&gt;A terra, os corpos, os corações. As flores. Tudo era podre.&lt;br /&gt;O oxigénio degradava-se e extinguia-se. Dava voltas nos meus pulmões e em todos os pulmões de quem foi ao cemitério.&lt;br /&gt;Era Novembro, de tarde. O padre entrava, a feira já tinha acabado, restavam apenas algumas barracas, onde os artigos já tinham sido encaixotados.&lt;br /&gt;E o padre disse: descansem em paz. Ámen.&lt;br /&gt;Dentro de mim algo se riu.&lt;br /&gt;Cadáveres, descansem em paz. Cadáveres podres, descansem em paz. Cadáveres aprisionados em caixões, descansem em paz. Cadáveres com metros de terra em cima, descansem em paz.&lt;br /&gt;Tudo me pareceu absurdo, cada letra que saia daquela boca era absurda.&lt;br /&gt;Mas o padre ficou lá alguns minutos. Visitou a parte nova e a parte velha do cemitério. Enquanto eu voava por cima das campas em voos rasos e depois mais altos.&lt;br /&gt;O padre saiu. Eu voei, por cima de um grande muro, onde mais ninguém conseguia subir, e vi o padre. Entrava por uma grande porta de madeira velha, escurecida e barulhenta.&lt;br /&gt;Eu via-o do muro, ele não me via. E ele disse: Ámen. E fechou a porta como se fugisse.&lt;br /&gt;Tudo o que eu via, era o cemitério velho, ou antigo. Tinha um tecto, e nunca ninguém lá entrava. Meia dúzia de campas, algumas dezenas de corpos, famílias inteiras apodreciam na junção no lar, para mim era uma aldeia, onde famílias inteiras moravam.&lt;br /&gt;Desci o muro, de volta ao cemitério novo, que tinha a parte nova e a parte velha. Saí.&lt;br /&gt;Ao entrar na igreja vi uma grande porta. Abri-a com esforço. Estava agora numa espécie de corredor, vazio, nem uma gota de pó, nem uma gota de nada. Apenas três portas, uma em frente, uma à esquerda e outra à direita. Eram todas igualmente belas e gigantes.&lt;br /&gt;Escolhi a da frente, por parecer estar mais nova. Lá estava ele. O cemitério velho.&lt;br /&gt;Toda a paz do mundo se abateu sobre mim. O meu corpo era a paz dentro da paz, a pisar aquele chão antigo.&lt;br /&gt;Avancei. Tudo era estranho e chamativo. Eu com aqueles cadáveres debaixo dos meus pés. Eu sozinha.&lt;br /&gt;As campas eram muito largas e compridas, pareciam grandes camas de família, com muitas almofadas a cobri-las, algumas já não se distinguiam muito bem. Não era a chuva, nem o vento que as transformava, era o bafo que vinha debaixo. Sentia-o nos meus pés.&lt;br /&gt;O cemitério antigo era coberto, com um telhado transparente. Não sei se de vidro.&lt;br /&gt;O cemitério antigo era como todos os outros, um depósito de cadáveres.&lt;br /&gt;O cemitério antigo tinha almofadas, almofadinhas e almofadões. E grandes camas de família.&lt;br /&gt;O cemitério antigo estava assim descoberto e respirado. Tudo lá era passado. E o tecto do meu quarto o futuro.&lt;br /&gt;Tinha acabado o sonho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31757025-115522945493072397?l=contosemsoliloquio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosemsoliloquio.blogspot.com/feeds/115522945493072397/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31757025&amp;postID=115522945493072397' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31757025/posts/default/115522945493072397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31757025/posts/default/115522945493072397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosemsoliloquio.blogspot.com/2006/08/pura-descrio.html' title='Pura descrição'/><author><name>Telma*</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03070080953911257876</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://2.bp.blogspot.com/_5BUjx2BORXU/TCqlG6garOI/AAAAAAAAAA0/B-gFmmaxlB4/S220/Img000.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31757025.post-115478659868542890</id><published>2006-08-05T15:00:00.000+01:00</published><updated>2006-08-05T15:03:19.413+01:00</updated><title type='text'>Preto e Branco Trivial.</title><content type='html'>Olho-me nos olhos.&lt;br /&gt;Em frente ao espelho, que não é mais que estilhaços aguçados.&lt;br /&gt;Aranhas com garras, que me perfuram a alma, fazem ninho na minha memória.&lt;br /&gt;A sala onde te guardo permanece fechada, a 6 chaves.&lt;br /&gt;Um dia fugiste-me.&lt;br /&gt;Deixaste para trás a tua escova, de onde pendiam fios de cabelo negro. Quase como os das aranhas, mas opostos. Preto e Branco.&lt;br /&gt;Volto à sala, ainda lá estás, o movimento da tua nuca, arrastando milhões de fios, que entrelaço em fragmentos de vida. Os fios. Preto e Branco. O retrato, que te tirei, só tu e o teu cabelo negro, comprido, que te cortava o olhar, em pequenas tiras com poucos milímetros de espessura. De novo à vida. Preto e Branco. A sala e o resto da casa.&lt;br /&gt;Quando partis-te sem olhar para trás, derreada com o peso de uma existência em comum e alguns trapos, vi os teus olhos. Vi-os a olhar para mim. Como se olhassem por eles próprios, sem o teu consentimento. Como um livro de imagens.&lt;br /&gt;O conto de fadas acabou. Um dia fomos o Céu e a Terra, o Príncipe e a Princesa. A utopia e a banalidade de histórias manchadas a rosa descolorou.&lt;br /&gt;Passamos para a Bela e o Monstro, mas a palidez da nossa história foi maior e mais amarga.&lt;br /&gt;Do nosso rosa excessivo, quase resultou um menos intenso.&lt;br /&gt;Mas a tua barriga não aguentou, ou tu e eu não aguentámos, ou esse rosa nunca pudesse existir.&lt;br /&gt;Estavas linda, naquele inchaço que dizem iluminar. Mas tudo se foi. Uma vida a três, um molho de sacrifícios, e um grande elástico nos nossos bolsos.&lt;br /&gt;Tudo isso se foi, na alegria fantasmagórica e assustada de dois punhados de anos, insuficientes para criar, e preparados para amar.&lt;br /&gt;Naquela manhã, um rio encarnado assassinou o nosso sono agarrado e apaixonado.&lt;br /&gt;Pressa, a adrenalina disparou, o tilintar das teclas do telefone, pessoas, luzes. Depois objectos de inox, de novo o Branco. No fim o Preto. Preto e Branco. Como o chão que agora percorro para ir trabalhar.&lt;br /&gt;Por cada Branco envelheço. Por cada Preto morro um pouco mais.&lt;br /&gt;Talvez te lembres.&lt;br /&gt;De novo o Preto e o Branco no álbum de família quando pela primeira vez os meus pais te viram.&lt;br /&gt;Um jantar solene e sequioso, como sempre.&lt;br /&gt;Aquele vinho que bebeste sem pensar. Terá sido dos nervos? Os meus pais, educados e cínicos, sorriam para ti. Ao mesmo tempo que me empurravam para a vizinha.&lt;br /&gt;Era feia, gorda, com os dentes amarelos. Um ser apático o qual eu tinha a certeza que nascera sem alma.&lt;br /&gt;Vestia roupas curtas e apertadas, que lhe descobriam as formas. Demasiado redondas e cheias. Como a conta da família.&lt;br /&gt;Os meus pais nada sabem de amor ou felicidade. Nasceram de aliança no dedo. E para eles eu deveria nascer com um canudo com algo do género: "formado em medicina". Nasci. Cresci. A aliança com que sai das entranhas da minha mãe foi derretida pelo teu calor e o canudo, serviu de filtro para charros inspirados, que consumi com alguns amigos da escola.&lt;br /&gt;Sai de casa e cultivei calos para comer.&lt;br /&gt;Mas tu já estavas na minha estrada, já eras parte e o verdadeiro sentido desta liberdade imposta.&lt;br /&gt;Naquele jantar, bebeste, a tua voz tinha um som bêbedo e descontrolado.&lt;br /&gt;Conduzi-te até casa, à tua casa, à minha, à nossa casa.&lt;br /&gt;Pelo caminho discutimos, algo estúpido. Ciúmes, acho eu.&lt;br /&gt;Mas tudo se dissipou em mares de suores quentes e frios. Na luz prateada das 3 da manhã.&lt;br /&gt;Uma vida. Preto e Branco.&lt;br /&gt;Eu e Tu. Uma casa.&lt;br /&gt;Tudo isso colado agora no espelho quebrado da tua sala.&lt;br /&gt;Às vezes vou lá, visito-te. Uma visita de médico, como a minha mãe queria que eu fosse, e saio.&lt;br /&gt;Mil pedaços de espelho cobrem o chão da sala, percorro-a, sem lhes tocar.&lt;br /&gt;A sala é tua.&lt;br /&gt;Quando voltares e se voltares tudo estará como dantes.&lt;br /&gt;Nada será como dantes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31757025-115478659868542890?l=contosemsoliloquio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosemsoliloquio.blogspot.com/feeds/115478659868542890/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31757025&amp;postID=115478659868542890' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31757025/posts/default/115478659868542890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31757025/posts/default/115478659868542890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosemsoliloquio.blogspot.com/2006/08/preto-e-branco-trivial.html' title='Preto e Branco Trivial.'/><author><name>Telma*</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03070080953911257876</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://2.bp.blogspot.com/_5BUjx2BORXU/TCqlG6garOI/AAAAAAAAAA0/B-gFmmaxlB4/S220/Img000.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry></feed>
